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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

"2012 O ano em que o Brasil entrou em Greve”. Agora “GREVE DOS BANCÁRIOS.”.

Esse ainda inacabado ano de 2012 pode ser definido em uma palavra, GREVE! Já houve, greve da Polícia Federal, Rodoviária, PM, Receita Federal, Anvisa e Fiscais Agropecuários, Transporte Coletivo, Greve dos Caminhoneiros, e a greve das Universidades Federais, que envolveram mais de uma categoria.
Previsto na Constituição Federal, em seu artigo 9º e a Lei nº 7.783/89 asseguram o direito de greve a todo trabalhador, competindo-lhe a oportunidade de exercê-lo sobre os interesses que devam por meio dele defender.
A eficácia desse tipo de negociação é duvidosa, não podendo ser calculada.
Muitas vezes o cansaço vence as Reivindicações, a pressão popular ao governo não acontece. O movimento acaba sendo lembrado apenas pelos transtornos, esses que quase sempre prejudicam o cidadão comum e quase nunca afetam aqueles que tem o poder de decisão.
 Outras vezes as Reivindicações aparecem fora da realidade, querendo buscar resgatar a defasagem de décadas de uma só vez.
Modelo de protesto, que busca melhorias para determinada categoria chamado de “Greve” está defasado e cada vez mais perder o apoio popular, a mídia convencional aborda o assunto de maneira superficial.
Agora responda:  “Se um dia o governo acabace com o carnaval.”
Haveria mobilização nas mídias sociais? Movimentos de rua?  Movimento popular com artistas em horário nobre falando sobre o assunto? Capa dos principais Jornais? Um bloco inteiro no fantástico de domingo ou uma serie no Jornal Nacional? Ou estou errado, haveria um pequeno movimento que logo iria perder força e o Brasil iria seguir feliz da vida sem o Carnaval! “Usei o carnaval como exemplo por ser a maior festa popular do país e realmente parar o Brasil“
Cada categoria tem seu valor e devem buscar o reconhecimento, mas cada cidadão deve ser respeitado. Que à greve seja o ultimo recurso de negociação, 

18 de Setembro, vem ai a GREVE DOS BANCÁRIOS.

Juvandia Moreira, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, confirmou nesta segunda-feira, o início da greve da categoria. A partir de amanhã, os bancários de todo o País - inclusive de bancos públicos - devem paralisar as atividades por tempo indeterminado.
Segundo o sindicato, os caixas eletrônicos vão funcionar, mas o atendimento ao público será cortado. "Greve é interrupção dos serviços. Esperamos que ela seja forte para campanha ser resolvida. Nosso desejo era não ter a greve, mas foi para isso que os bancos nos levaram", disse Juvandia. A expectativa da entidade é que haja adesão de, ao menos, 42 mil na cidade de São Paulo e na região metropolitana, como foi registrado no ano passado.

Onde tudo começou, greve geral de 1917.

"O primeiro grande movimento grevista da história sindical brasileira teve início na cidade de São Paulo nas fábricas têxteis. Iniciado no mês de junho nos bairros da Moca e Ipiranga, a greve estourou nas fábricas têxteis do Contonificio Rodolfo Crespi. Rapidamente a adesão foi aumentando passando pelos estados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, pelos servidores públicos e diversos órgãos que congregavam os trabalhadores. Devido a grande presença de imigrantes, sobretudo os italianos, a ideologia anarquista marcou o tom inicial das reivindicações, que de modo geral exigiam melhores salários e condições de trabalho.
 Desesperados, os patrões concederam o aumento imediato aos seus funcionários e se comprometeram a estudar as demais exigências. Os patrões passaram a ter que levar em consideração a decisão dos empregados, o que consagrou a grande vitória do movimento grevista. Mesmo assim, alguns movimentos permaneceram espalhados pelo Brasil até 1919.
A Greve Geral de 1917 representou toda a insatisfação acumulada dos trabalhadores nas primeiras décadas da república brasileira, guiados inicialmente pela ideologia anarquista, mostraram-se capazes de se organizarem em prol das suas vontades." (Texto, Antonio Gasparetto Junior)

Autor: Leonardo Costa

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Entra em vigor a "polêmica" Lei do Descanso para motoristas

Entram em vigor nesta terça-feira (11) as resoluções 405 e 406 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que regulamentam a jornada de trabalho do motorista profissional que faz transporte escolar e de passageiros em veículos com mais de dez lugares, bem como no transporte de carga com peso bruto superior a 4.536 quilos.
A regulamentação da Lei 12.619, também conhecida como lei do descanso, publicada no Diário Oficial da União de 14 de junho, estabelece que os motoristas têm que descansar 30 minutos a cada quatro horas trabalhadas, além do direito a intervalo mínimo de 11 horas ininterruptas por dia. Quem descumprir essas exigências poderá ser multado em R$ 127,69 mais a perda de cinco pontos na carteira de habilitação
O controle do tempo de direção e descanso será aferido por tacógrafo, registrador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo do veículo. O equipamento, obrigatório para veículos de transporte escolar, de passageiro e de carga, deve ser certificado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
A fiscalização pode ser feita também em registro manual da jornada, por meio de diário de bordo ou ficha de trabalho, e o descumprimento da norma será considerada infração grave, sujeita a multa e retenção do veículo. De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a regulamentação é um avanço para a categoria e vai diminuir o número de acidentes provocados por cansaço dos motoristas com sobrecarga de trabalho.
A partir de agora, o tempo máximo de direção diária será de dez horas, e a legislação obriga a empresa contratante a remunerar o motorista acompanhante, mesmo que não esteja dirigindo, além de custear o tempo parado em fiscalizações e terminais de carga e descarga. Cálculos preliminares dos sindicato de transportadores apontam para aumento médio de 30% nos preços dos fretes, pois além do aumento de custos, alegam que um caminhão hoje roda em média 10 mil quilômetros (km) por mês, e essa média deve cair para algo em torno de 7 mil km.


Categoria fala em protesto

Caminhoneiros ameaçam fechar rodovias a partir desta terça-feira em razão da chamada Lei do Descanso. Sancionada no dia 2 de maio, a lei 12.619 até agora era apenas educativa, mas a Polícia Rodoviária Federal passará a multar os infratores.
Os caminhoneiros pedem o adiamento do início da fiscalização e ameaçam protestos se houver multas. Por enquanto, conseguiram apenas a promessa de que a fiscalização não vai valer nos casos em que o descanso não tenha sido realizado por falta locais apropriados nas estradas. Entidades ligadas aos caminhoneiros ainda negociavam com o Ministério dos Transportes na tarde desta segunda-feira.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Greve Geral dos caminhoneiros está marcada para essa quarta-feira 25.


Um movimento nacional de caminhoneiros promete marcar esta quarta-feira, dia 25, quando é celebrado o Dia dos Motoristas. Sindicalistas dizem que o objetivo é parar o máximo dos 600 mil caminhões que circulam pelo país, segundo estimativas do Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC). A greve geral está prevista para iniciar à zero hora deste dia 25.

A categoria reivindicará a revogação da Resolução 3056/09 da Lei 12.619, que regulamenta a profissão de motorista. Segundo o movimento, propiciou a inclusão, no mercado de fretes, de milhares de transportadores, provocando concorrência desleal e ilegal e ocasionando fretes extremamente defasados. Segundo o MUBC, o valor do frete, na maioria dos casos, não cobre nem os custos de manutenção dos veículos.

A greve também quer chamar a atenção para a nova lei que regulamenta a profissão de motorista e para a implantação do chamado ‘cartão frete’, que estabelece o uso de cartão ou depósito em conta bancária para pagamento do frete aos autônomos, impedindo o recebimento através de dinheiro, cheque ou carta-frete. Segundo os sindicalistas, as taxas dos cartões cobradas pelas operadoras de cartões vão onerar ainda mais o frete. 
São José dos Pinhais é por 3 BRs e deve assistir a paralisação da categoria. .
Pela BR 376 com saída para o Sul do país (posição privilegiada para o Mercosul),   BR 277 com saída para o Porto de Paranaguá (o maior porto do sul do Brasil) e pela BR 116 com interligação a São Paulo e Porto Alegre.

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